sábado, 30 de março de 2019
HQ "Cuidado com o arco-íris!"
Publicada originalmente em Chico Bento nº 15 da Editora Globo, a história traz o Chico Bento virando menina, após passar por baixo de um arco-íris. A história foi baseada numa crendice popular que mencionei aqui.
Boa Leitura.
quarta-feira, 27 de março de 2019
Almanaque da Mônica nº 18 - Editora Abril - Junho/1983
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| BUM BUM BUM |
Esses almanaques antigos da Abril são muito lindos. Além de terem 100 páginas, possui uma capa mais grossa com uma película plastificada (não sei o nome desse tipo de papel mas estou disposto a aprender, quem souber comente por favor).
Sou apaixonado por esses almanaques antigos e espero conseguir mais alguns. Esse eu adquiri mês passado (fevereiro) no Mercado Livre.
domingo, 24 de março de 2019
Gibizinho do Astronauta nº 9 - Editora Globo - Fevereiro/1992
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| POF POF POF POF POF |
Essa capa é da edição nº 9, de fevereiro de 1993, lançado pela Editora Globo há 26 anos.
quinta-feira, 21 de março de 2019
Mônica nº 167 - Editora Abril - Março/1984
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| Parabéns para a nossa dentucinha favorita |
"Mônica apareceu pela primeira vez em uma tira do Cebolinha publicada no jornal Folha de S. Paulo em 3 de março de 1963. Antes da publicação de sua primeira tira, a primeira aparição da personagem foi publicada na primeira página do mesmo jornal em 11 de fevereiro de mesmo ano. Um coelho de pelúcia também apareceu naquelas datas antes de ser chamado Sansão.
Mauricio de Sousa baseou-se em sua filha homônima para criá-la, fato que se repetiu com outras personagens surgidas posteriormente. Seu papel original era como coadjuvante para Cebolinha, o protagonista original entre os primeiros personagens de Mauricio. Porém, seu público, como o próprio relata, "passou a coroa" para ela.
Mauricio atribui parte do sucesso de Mônica ao fato de ela ser a primeira personagem feminina com papel de destaque dentre suas criações, que eram em maioria meninos. Mônica ganhou tanto espaço que acabou tendo sua própria revista em 1970, a primeira publicação infantil colorida em terras brasileiras.
Enquanto sua filha brincava com as irmãs, Mauricio aproveitava para estudar o comportamento dela. Quando sua irmã mais velha, Mariângela, que por sua vez inspirou Maria Cebolinha, lhe cortou os cabelos, deixou diversos caminhos-de-rato em sua cabeça, usados pelo pai para conceber o cabelo em gomos da personagem, que lembram bananas. A menina era gorducha, dentuça e de baixa estatura, características que também foram transferidas para sua criação de forma caricata e exagerada, assim como sua personalidade forte e briguenta. Mauricio ainda observou que a filha utilizava roupas de cor vermelha com frequência e tinha muito apreço por um coelho de pelúcia. Ele fez com que sua personagem também apresentasse tais traços.
Com o passar dos anos, os traços de Mauricio evoluíram, mas Mônica manteve os dentes incisivos protuberantes e sempre usa vestidos de cor vermelha. Nas histórias, os personagens constantemente a ofendem com insultos relacionados à sua baixa estatura e ao seu excesso de peso, apesar de não apresentar diferenças visíveis com os outros personagens no estilo atual de desenho das publicações.
Em sua versão adolescente na publicação Turma da Mônica Jovem, a personagem aparece com peso e estatura normais, e seus dentes, apesar de ainda protuberantes, são menos caricatos do que em sua versão infantil. Ela também possui um indumentária mais extenso e que não se limita apenas ao vestidinho vermelho.
A Mônica da vida real formou-se em desenho industrial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo e trabalha como diretora executiva na empresa do pai."
Fonte: http://pt-br.monica.wikia.com/wiki/Mônica
Essa edição 167 lançada pela Editora Abril em março de 1984 trouxe uma capa fazendo referência ao aniversário da personagem. Nela a turminha, sem o Chico, está admirando o enfeite do bolo, que tem o formato da Mônica dando coelhada no Cebolinha.
Sua história de abertura é a "A Mônica parou de crescer". Uma história que só menciona que a Mônica está fazendo aniversário, mas ela é (de alguma forma estranha) raptada pelos pensamentos de um bebê (que não fala) que deseja que a Mônica viva nesse vácuo e pare de crescer. Uma história ruim e bem sem graça. Mas fazer o quê né...
Parabéns para nossa querida Mônica.
segunda-feira, 18 de março de 2019
Chico Bento nº 155 - Editora Globo - Dezembro/1992
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| Bandinha da Roça |
Lançado pela Editora Globo no final de 1992, trouxe uma capa linda onde temos nosso protagonista carregando seus animais da roça em uma carroça e eles parecem fazer tipo uma banda, onde cada um tem seu instrumento e o galo é o cantor. Uma edição bonita e memorável.
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